Moradias destinadas a grupos específicos de idosos podem oferecer maior conforto aos seus habitantes?

Há um dilema ético constantemente em discussão quando é abordada a segmentação por grupos em moradias institucionais: separar por sexo, por capacidade funcional e cognitiva ou por preferências, havendo sempre a consideração de se dar oportunidade para novos vínculos e a diversidade pode proporcionar experiências mais ricas. Parte-se do princípio da tolerância e da solidariedade, […]Read Post ›

Quais são os benefícios para avós e netos que desenvolvem atividades juntos?

Atividades intergeracionais são consideradas importantes para a consolidação de vínculos com os idosos, especialmente quando acontecem com crianças. Mesmo quando a capacidade motora e/ou cognitiva está comprometida, a proximidade ativa com outras gerações resgata lembranças remotas que, geralmente, levam a momentos de felicidade. Mas é no auge da vitalidade que as trocas podem ser ainda […]Read Post ›

Quais recursos em moradias institucionais podem apoiar o bem-estar de idosos que perdem a memória?

Música, elementos naturais em jardins e outros objetos normalmente trazem lembranças de momentos importantes no curso da vida. Não é à toa que alguns artifícios são usados nos ambientes da habitação, atendendo desejos de pessoas em quaisquer idades. Mas é na velhice que elementos acessórios, mesmo intangíveis, tornam-se ainda mais úteis para sensibilizar os sentidos, […]Read Post ›

Idosos solitários sempre são impertinentes ou podem ajudar desalentados a reencontrar a felicidade?

Quantas vezes ouvimos histórias em que vizinhos se colocam tão disponíveis que chegam a um estágio insustentável, incomodando mesmo quando encontros furtivos sugerem que será difícil se desvencilhar de longas conversas. Idosos desenvolvem uma percepção de tempo diferente, de acordo com atividades menos urgentes e passíveis de serem postergadas. Assim, são tachados de impertinentes e […]Read Post ›