Qual a real expectativa de que idosos coabitantes em um mesmo residencial possam estabelecer vínculos significativos?

Muitos residenciais apoiam sua publicidade no fato de que, em seus estabelecimentos, todos os moradores poderão fazer amigos e viver felizes como em suas próprias casas. Seria acreditar que não há diferenças culturais e experiências de vida variadas para supor que, na velhice, todos se assemelham em desejos e necessidades. Além disso, as condições de […]Read Post ›

O que pode justificar que alguns idosos institucionalizados pareçam mal-humorados e difíceis para conviver?

Ao visitar moradias institucionais, frequentemente podem ser observadas situações de isolamento, aparentemente devidas ao desejo de não interagir ou à simples escolha por observar as cenas do cotidiano sem participação ativa. Não raro há reações nem sempre simpáticas quando instados a participar, demonstrando um comportamento que chega a contagiar alguns mais desanimados. Em Tentativas de […]Read Post ›

Morar só, pode resultar em falta de percepção para o surgimento de fragilidades e prejudicar o autocuidado?

A permanência na própria residência é sempre preferível, especialmente se houver suporte social e autonomia para continuar atividades produtivas que mantenham a autoestima em alta. O imóvel pode estar adequado para oferecer conforto, agregando dispositivos à medida em que algumas fragilidades possam ameaçar a segurança quando os sentidos passem a declinar. Mas em que momento […]Read Post ›

A perspectiva de estabelecer novos relacionamentos de amizade pode motivar alguns idosos a mudarem para moradias institucionais?

Sou tutora de estágio de algumas turmas do quarto ano no curso de Gerontologia da USP e atuo em Instituições de Longa Permanência para Idosos, através de convênios estabelecidos entre essas organizações. Ao longo desses quase 10 anos com essas experiências, observar os motivos que levam idosos a morar em ILPIs demonstrou que podemos elencar […]Read Post ›