Qual a real expectativa de que idosos coabitantes em um mesmo residencial possam estabelecer vínculos significativos?

Muitos residenciais apoiam sua publicidade no fato de que, em seus estabelecimentos, todos os moradores poderão fazer amigos e viver felizes como em suas próprias casas. Seria acreditar que não há diferenças culturais e experiências de vida variadas para supor que, na velhice, todos se assemelham em desejos e necessidades. Além disso, as condições de […]Read Post ›

Moradias destinadas a grupos específicos de idosos podem oferecer maior conforto aos seus habitantes?

Há um dilema ético constantemente em discussão quando é abordada a segmentação por grupos em moradias institucionais: separar por sexo, por capacidade funcional e cognitiva ou por preferências, havendo sempre a consideração de se dar oportunidade para novos vínculos e a diversidade pode proporcionar experiências mais ricas. Parte-se do princípio da tolerância e da solidariedade, […]Read Post ›

Idosos solitários sempre são impertinentes ou podem ajudar desalentados a reencontrar a felicidade?

Quantas vezes ouvimos histórias em que vizinhos se colocam tão disponíveis que chegam a um estágio insustentável, incomodando mesmo quando encontros furtivos sugerem que será difícil se desvencilhar de longas conversas. Idosos desenvolvem uma percepção de tempo diferente, de acordo com atividades menos urgentes e passíveis de serem postergadas. Assim, são tachados de impertinentes e […]Read Post ›