VELHICES LGBTQIA+, SAÚDE MENTAL E DIREITO À CIDADE: o aging in place de corpos dissidentes
O envelhecimento da população LGBTQIA+ constitui um campo emergente de investigação que revela um conjunto de vulnerabilidades sociais, jurídicas e sanitárias ainda pouco abordadas pelas políticas públicas e pela produção científica gerontológica, urbana e neurocientífica [1; 2; 3]. Embora o envelhecimento seja um processo universal, ele não se manifesta de maneira homogênea. No caso de […]Read Post ›
