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Ideias inteligentes para morar bem por toda a vida.

apoio comunitário

Quais a melhores condições para morar sozinho durante mais tempo na velhice?

Cada vez mais encontram-se pessoas que não têm filhos e permanecem solteiras, nem sempre participantes de comunidades de apoio. Por outro lado, há aqueles que podem contar com o suporte de familiares, amigos e serviços comunitários, situação que encontram ao aderir à convivência com esses grupos. Na pesquisa intitulada Voando Só – experiências de idosos que […]Read Post ›

Como dimensionar a força da comunidade na garantia do bem-estar e do suporte na velhice?

Um dos princípios mais significativos de envelhecer no lugar, no movimento conhecido como Aging in Place, é o da construção de um senso de comunidade entre pessoas que são solidárias por viverem próximas entre si, criando um controle social que possibilita a efetividade de iniciativas em prol do bem comum. Mesmo quando há políticas públicas oferecidas […]Read Post ›

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Profª Maria Luisa Trindade Bestetti

Profª Maria Luisa Trindade Bestetti

Maria Luisa Trindade Bestetti é arquiteta formada pela UFRGS em 1982, com mestrado e doutorado pela FAU USP (2002 e 2006), além de MBA em Gestão de Projetos pela FGV (2008). É professora doutora no Curso de Gerontologia da Universidade de São Paulo desde 2009, com disciplinas de Gestão de Projetos e Empreendedorismo na graduação e Habitação e Cidade para o Envelhecimento Digno no mestrado. Pesquisa sobre modos de morar na velhice, desenvolvendo caminhos para a reflexão sobre o tema utilizando metodologias colaborativas, em especial o Design Thinking. Participa do projeto Bairro Amigo do Idoso Mooca e Brás – São Paulo, pois acredita que o usuário deve ser protagonista das transformações contemporâneas, em especial a do aumento da longevidade. Procura compreender a ambiência que envolve idosos em diversas situações de moradia, desde instituições de longa permanência e centros de acolhida, até residências unifamiliares ou coletivas, de modo a propor caminhos para a adequação dos espaços através de reformas ou novos projetos. Considera que a cidade é a moradia conjunta de toda uma comunidade e que é preciso priorizar o cidadão muito além dos veículos motorizados, aumentando a participação social, o protagonismo e a segurança pública em espaços saudáveis, acessíveis e caminháveis.

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