Quais as vantagens de adotar um sistema de teleassistência emergencial para idosos que preferem a independência?

A cada dia, no Brasil, o interesse por desenvolver soluções de cuidado satisfatórias tem chamado a atenção de famílias com idosos. Não poderia ser diferente, a longevidade tem provocado reflexões sobre modos de morar na velhice, necessidade premente para garantir a qualidade de vida dos indivíduos em diferentes gerações, mas que percebem a importância de morar com segurança e conforto. Este tem sido o objetivo deste espaço de discussão, na certeza de que ainda há muito o que aperfeiçoar nesse sentido.

Os dispositivos para teleassistência são úteis nesse contexto. Os PERS – Personal Emergencial Remote Systems – podem ser fixos ou móveis. Os fixos são ligados à rede fixa de telefone e indicados para idosos que costumam passar mais tempo desacompanhados dentro da própria casa. Os móveis, que funcionam através da tecnologia GSM, são indicados para idosos ativos que saem com frequência de casa.

De acordo com o site da Tecnosenior (https://tecnosenior.com/teleassistencia-emergencial-para-idosos/) o primeiro PERS surgiu em 1972 a partir de uma observação do médico americano Andrew Dibner, que constatou que mais de 40% das pessoas internadas em hospitais nos EUA eram idosos, que em geral preferem permanecer em suas casas do que mudar-se para a casa de filhos ou residências para idosos. Assim os descreve:

Em geral, o usuário contará com um botão de emergência que pode ser usado junto ao corpo, por exemplo num pingente ou pulseira, garantindo, assim, que seja facilmente acionado no caso de necessidade. Quando acionado, o dispositivo fará uma chamada de telefone, que pode ser para os contatos de emergência pré-cadastrados (como filhos ou netos, por exemplo) ou para uma Central de Atendimento disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

No Residencial para Idosos Terça da Serra, em Jaguariúna, foi implantado um sistema de monitoramento interno que visa ao atendimento rápido e à segurança dos seus moradores, atuando como coadjuvante do cuidado (https://www.facebook.com/TSLab.IoT/videos/664702333927958/). Através de uma pulseira, um movimento brusco ou o acionamento pelo próprio idoso, dispara um sinal sonoro que avisa os cuidadores sobre a necessidade de atendimento, alcançando o morador através de um mapa que o localiza na casa. Desse modo, aumenta a tranquilidade de todos, incluindo a família, que aposta na prevenção quando confia no cuidado prestado pela moradia institucional.

As soluções de teleassistência têm comprovado seu potencial de segurança, assim como de economia. A prevenção de quedas e o atendimento imediato aos eventos inesperados, que podem causar hospitalização, conferem mais confiança ao próprio idoso e, por outro lado, economizam com medicamentos e tratamentos clínicos quando os impactos desses eventos são minimizados pelo atendimento emergencial. Portanto, adotar sistemas remotos de assistência pode garantir um investimento na saúde, na segurança e na conta bancária.

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