Unidades habitacionais em condomínios exclusivos para idosos podem receber moradores mais jovens?

O preconceito com residenciais para idosos, oficialmente denominados Instituições de Longa Permanência para Idosos e associados aos antigos asilos, ainda é muito significativo no Brasil. Tenho insistido que considero urgente pensarmos em residenciais para idosos com características mais apropriadas para diferentes situações de velhice, pois é heterogênea e já não é mais aceitável pensarmos que […]Read Post ›

Podemos reconhecer que cidades amigáveis para idosos são aquelas onde haja crianças brincando nos espaços públicos?

Já falamos sobre elementos importantes para garantir a acessibilidade nos espaços públicos, condição fundamental para a caminhabilidade, aspecto dependente de atrativos que estimulem trajetos vivos e ativos. Andar pelas calçadas, cruzar praças e jardins, sentar em lugares estratégicos para contemplar paisagens e pessoas, além de considerar o espaço urbano como lugar do encontro, são motivos […]Read Post ›

Os residenciais brasileiros para idosos seriam vistos de modo diferente se estimulassem a intergeracionalidade?

A maioria das pessoas pensa em moradias especializadas para idosos como asilos, empreendimentos originalmente criados por congregações religiosas que recebiam e abrigavam pessoas em situação de vulnerabilidade social. Quando velhice era sinônimo de inutilidade e não havia suporte social que atendesse fragilidades decorrentes do avanço da idade, ir para o asilo significava ter o abrigo […]Read Post ›

Quando convivemos sob o mesmo teto, a relação entre os moradores estabelece condições para que haja um lar?

O ser humano é, por natureza, angustiado por dúvidas e elucubrações que o acompanham por toda a existência, com entrelaçamentos que justificam ações, comportamentos e ideologias. Sendo assim, a famosa dúvida do personagem Hamlet, de Shakespeare, sobre “Ser ou não ser: eis a questão…” ilustra o quanto a incompletude da existência pode suscitar reflexões tão […]Read Post ›

A familiaridade da moradia pode encorajar a que se destinem os objetos de estimação como num testamento informal?

Assistindo o filme “A Última Lição” (França, 2015), percebe-se uma questão interessante quanto à importância de o idoso manter-se em sua casa até o fim, quando dispõe de condições físicas e cognitivas que lhe permitam independência, mesmo relativa. Na história em questão, Madeleine (personagem de história real, soube ao final do filme) resolve dar fim […]Read Post ›